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Uma outra visão para os 97 anos

”Foi em 17 de abril de 20,
Que Urbanos Santos assinou,
A Lei 932,
Que em município se tornou.”


E assim o poeta cantou... Em 17 de abril de 2009 acontece outro fato histórico: a candidata derrotada nas urnas assume o governo do Estado levando consigo um “filho ilustre” de nossa terra ao poder, o Palácio dos Leões. Em 17 de abril de 2014 dei inicio a primeira parte deste escrito que se intitulou “Uma outra visão para os 94 anos.”

E hoje, 17 de abril de 2017, será que realmente temos o que comemorar?

Eis que um de seus filhos menos ilustre possa fazer uma reflexão e viajar por uma fazenda de mata virgem, antes habitada por índios e várias espécies de aves e animais hoje consideradas em extinção e, possa concluir que não temos motivo algum para tal, pois este mesmo filho que não é ilustre, mas ao mesmo tempo é filho desta terra e sabe reconhecer o valor e a importância de um Rio Mearim abandonado e maltratado, também por aqueles que apenas o enxergam no período pós-enchente, período este que chega a trazer mais danos aos ribeirinhos que até mesmo uma enchente que, talvez, seja provocada não pela natureza, mas pela ignorância do homem que não consegue explicar cortar as curvas de um rio. A capital do médio Mearim, antes tida e respeitada como potência do arroz, hoje se conformaria em não ser lembrada como a terra do “já teve.”

Coronel Manoel Alves de Abreu.
“Na passarela recordamos com prazer,
O coronel Manoel Alves de Abreu.”

Este mesmo prazer torna-se um desprazer, quando lembramos e recordamos apenas com um sentimento (saudade), as nossas beneficiadoras de arroz. Quando lembramos os nossos grandes carnavais. Quando lembramos dos verdadeiros filhos ilustres que aqui não estão mais e quando lembramos que, Albertos, Josés, Vieiras e filhos ainda não enxergaram que a quase centenária princesa do Mearim precisa se tornar rainha e assim não deixar morrer a esperança daqueles pequenos e menos ilustres verdadeiros filhos que tentam estancar o sangramento deixado por vós.

Portanto, o que nos resta é pedir benção e proteção a nossa padroeira Santa Teresinha, pois ela, ela nos abençoará.


Bacabal, 17 de abril de 2.017

Guilherme Henrique


1 comentários:

"Pela poesia e pela nossa velha e querida cidadela, tão massacrada ultimamente, por inenarráveis mazelas praticadas por aqueles que fingem ter amor por ela. Oh Deus, me perdoe por encher o meus olhos de lágrimas, ao lembrar da infância vivida, nesta terra tão querida, onde quão bem criada fui. Realizei alguns sonhos, dos muitos que imaginei. Hoje, ao acumular juventude, não vejo em magnitude, a terrinha que pra mim sonhei. As tribulações antes vivenciadas, pareciam contos de fadas, de tão singelas que achei. A tristeza que real se apresenta, se transforma na mais dura experiência e na mais sólida sapiência, na fé e no abraço dos que amo, e que me amam eu bem sei. 😘💐

Por: Lúcide Lago

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