Matéria do dia

Vereador Venâncio do Peixe cobra da prefeitura a instalação de redutores de velocidade na Estrada da Bela Vista

O vereador Venâncio do Peixe (PDT) fez tramitar duas proposições na última sessão ordinária da câmara municipal de Bacabal. Na primeira, um ...

Publicidade

Deputado João Marcelo diz que laços dos peemedebistas com o PT do ex-presidente Lula ainda são muito fortes

Aquiles Emir
Resultado de imagem para deputado joão marcelo souza

O deputado federal João Marcelo (foto), que é filho do senador João Alberto (ambos do PMDB), questionado nesta segunda-feira (31) sobre como será o desenrolar da campanha eleitoral do próximo ano, disse que ainda é muito cedo para se definir qualquer cenário, pois não é possível sequer saber quem serão os candidatos a presidente e a governador, como serão as coligações partidárias e como vão ser as regras da disputa.

Indagado se o seu partido tem alguma chance de marchar novamente unido com o PT, o parlamentar limitou-se a dizer que os laços de amizade dos peemedebistas maranhenses com a legenda do ex-presidente Lula "ainda são muito fortes" e que, mesmo depois do impeachment da ex-presidente Dilma (que ele votou contra), os ex-presidentes Sarney e Lula ainda mantêm uma boa relação, portanto não seria nenhuma surpresa se, mesmo não havendo aliança entre PMDB e PT no Maranhão, o ex-presidente Lula deixasse de vir ao estado, caso seja realmente candidato, para não quebrar essa amizade.

João Marcelo lembrou que o PT esteve unido com o PMDB no último governo de Roseana Sarney, quando Washington Oliveira era o vice, e se coligou novamente em 2014, com o candidato Lobão Filho, mesmo com a chapa majoritária formada por peemedebistas (o vice era Arnaldo Melo), e esses laços ainda são muito fortes, apesar de uma corrente petista não querer.


Ao fazer essa declaração o deputado peemedebista deixou claro que não está afirmando que haverá uma repetição da aliança, mas apenas recordando que nas duas eleições de Lula e nas duas de Dilma quem deu apoio aos petistas no Maranhão foi o Grupo Sarney. Para João Marcelo é cedo para se dizer quem vai estar com quem em 2018. A única divergência que há é com o PCdoB do governador Flávio Dino, até porque o embate deverá ser com ele e suas posições têm sido no sentido de acirrar o antagonismo com os peemedebistas.