Ações do Janeiro Roxo movimentam equipes de secretaria de saúde em Bacabal - Abel Carvalho

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Quantas poesias faria pra ti na mesma noite?
Todas que o meu amor coubesse...
E nelas realizaria todos os teus sonhos
Os meus sonhos
Os nossos sonhos
Enfim...

Quantas poesias teria feito pra ti se já vivemos juntos?
Todas que o meu amor coubesse em um ano
Em tantos anos que já tivéssemos vividos, assim

Mas seriam poemas de regozijo e alegria
Versos de amor e fantasia
Nunca rimas de dor
Saudade e desespero como agora

Você sempre acaba abandonando alguém
Para ficar com outra pessoa
Dor estranha
Saudade sem nexo
Não querer sair
Não querer ficar

Que confusão lírica
Odisseia de amores perdidos
Ditos como verdadeiros
E silos de dissabores e devaneios

Canção
Caução
Correção inacabada
Vitiligo que nunca escurece
Amor
Amor sem fim
Sem ti
Sentir
Sem mim
Sem tom
Sem sentido
Sem dia
Sem noite
Enfim assim...

Abel Carvalho

Ações do Janeiro Roxo movimentam equipes de secretaria de saúde em Bacabal

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Assecom Bacabal - No decorrer desta semana a Prefeitura de Bacabal, através da Secretaria Municipal de Saúde (Semus) mobilizou diversas equipes para realização de ações voltadas a Campanha Janeiro Roxo, que promove o debate sobre a prevenção da hanseníase.
Nesta mobilização a Unidade Básica de Saúde (UBS), da Vila Coelho Dias deu o pontapé inicial, realizando um mutirão que envolveu os mais diversos segmentos da secretaria, levando para a comunidade as ações do Janeiro Roxo, em um trabalho harmônico em todos os aspectos, o que levou o secretário Silas Duarte de Oliveira a contabiliza saldo positivo na realização.
Na UBS Centro as Equipes 24, 32 e 33 realizaram, na manhã de quinta-feira, 24, Palestra Educativa com enfoque na prevenção e diagnóstico precoce da Hanseníase. A palestra foi ministrada pela Dra. Fernanda, que esclareceu todas as dúvidas dos pacientes da Unidade. Ação repetida da UBS do bairro Satuba e levada para a zona rural, para a UBS do povoado Brejinho. Em Brejinho a ação foi realizada pelas Equipes 11 e 40.
No Viva Cidadão, órgão do governo do Estado, a ações de combate a hanseníase, da Campanha Janeiro Roxo, foram ministradas pelas enfermeiras Fernanda e Cláudia. Os pacientes do Centro de Especialidades Dr. Coelho Dias, também foram alvos das palestras, na tarde de quinta-feira.

Por seu turno, a  Equipe 08 realizou roda de conversa alusiva a hanseníase na igreja São Raimundo, discutindo com a comunidade a forma de transmissão, sinais, sintomas e tratamento. Também foi feita avaliação e ouvidos relatos sobre casos, marcando diferencial,  e apontando um conhecimento a mais na vida daqueles que estavam presentes.
Para os custodiados da Unidade Prisional de Ressocialização de Piratininga a Palestra sobre o Janeiro Roxo ficou sob a responsabilidade do médico Dr. Lula e a e enfermeira kelle. A Equipe 39 realizou Roda de conversa e a Avaliação em Ação do Janeiro Roxo para combate a Hanseníase na Igreja Assembléia de Deus do Bairro Pantanal.

Também foram realizadas palestras na UBS do Areal e no Centro de Especialidades Dr. Coelho Dias. A responsabilidade pelas palestras foi da médica proctologista Yvanna Carvalhal, que prestas serviços em sua especialidade no Centro Coelho Dias.

Combate
O Brasil concentra mais de 90% dos casos de hanseníase da América Latina, sendo o segundo país no mundo com a maior incidência, ficando atrás apenas da Índia, de acordo com a Dahw Brasil, ONG alemã de assistência a hanseniamos com 61 anos existência e atuação em 21 países.
"A hanseníase está classificada entre as doenças negligenciadas, que são doenças da pobreza, junto com a leishmaniose, esquistossomose, tracoma. A rigor, todas as pessoas estão em risco. O que acontece é que a maior parte dos seres humanos apresentam uma resistência natural à doença. Portanto, mesmo entrando em contato com a bactéria que causa a hanseníase, não adoecem", afirma a dermatologista Sandra Durães, Coordenadora da Campanha Nacional de Hanseníase da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

 
 
Dados do Ministério da Saúde mostram que o número de casos passou de 25 mil em 2016 para 26 mil em 2017, o que corresponde a um aumento de 5,8%. Mas, para a pasta, isso não representa um crescimento da doença, mas sim um reflexo de sua maior detecção.
“Esses números refletem as ações desenvolvidas para melhorar a detecção de casos novos, visando o tratamento precoce para prevenir o surgimento de incapacidades físicas decorrentes da hanseníase”, afirmou a pasta, por meio de nota.
O diagnóstico e o tratamento da hanseníase são oferecidos pelo SUS. A prevenção consiste em ficar atento aos sintomas para o diagnóstico precoce.
"Já existem estudos que mostram que o medicamento utilizado para o tratamento, criado nos anos 1940 e massificado nos anos 1980, não será mais eficaz em 10 ou 15 anos. Como se trata de uma bactéria, ela vai criando naturalmente resistência aos medicamentos e não existe investimento para a melhoria desse remédio. É preciso que se volte a investir nisso".

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