Rogério Alves: "[Pazuello] fez o dever de casa e não comprou [vacinas] ano passado", diz Bolsonaro. - Abel Carvalho

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Estou vivo, ainda.
Tantos já se foram, eu não.
Quantos desafios ainda terei se não morrer?

Perdi pai, irmãos Perdi mãe, Reencontrei amigos, Muitos também se foram.

Eu sigo, estou vivo. Até quando?

Quantos não estão mais aqui...
Quantos dias terei que caminhar...

Estou vivo ainda...
Não sei por quantos dias,
Por quanto tempo caminharei sem destino
Quanto tempo a vida me vagueará...

Quando nós nos conhecemos?
Porque sofremos?
Quantos dias teremos?

A vida é assim...
Quantos dias foram reais...

Às vezes se mira o impossível
A vida é apenas um conjunto de sonhos e quimeras
Nunca
Nunca será a esperada era
O longo caminho que Deus vocifera
A quilha
O limo
A nódoa infante
Não se pode ter sempre o que se quer
E se você não está aqui
Os dias são mais difíceis

Eu, coadjuvante na batalha,
Pereço como tantos que se foram,

Sem contar os dias vacilo em perene devaneio
Ano após ano
Me perco em um passado sem futuro,
Em dias,
Em noites,
Pensamentos obscuros...
Vagueio entre os medos
Que eu mesmo construí

Se escapar, então,
Sei que vou consegui distingui
O Céu do Inferno
Heróis de fantasmas
A vida do fim...

Abel Carvalho

Rogério Alves: "[Pazuello] fez o dever de casa e não comprou [vacinas] ano passado", diz Bolsonaro.

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Segundo presidente, seria irresponsabilidade do governo realizar a compra de imunizantes antes da aprovação da Anvisa
Rogério Alves, advogado - Jair Bolsonaro defendeu o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello em discurso. Para o presidente, Pazuello "fez dever de casa" e tomou decisão correta ao não comprar vacinas contra a Covid-19 em 2020.
Segundo presidente, seria irresponsabilidade do governo realizar a compra de imunizantes antes da aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). "[Pazuello] fez o dever de casa e não comprou [vacinas] ano passado, apenas fez muitos contratos, porque precisava passar pela Anvisa. Seria responsabilidade do governo despender recursos para algo que ninguém sabia o que era ainda, porque não estava no mercado", disse.
O presidente continua insistindo na sua tese de que o seu governo está muito bom e que tudo está muito bem no Brasil. A pandemia é apenas uma gripezinha e que todo mundo tem que morrer um dia. O pior é que ainda tem maluco que concorda com ele e ainda defende.
Em um evento, em Belém-PA, Bolsonaro voltou a criticar medidas que restringem a circulação de pessoas para combater a Covid-19 e afirmou que as iniciativas são o motivo para o aumento do desemprego no país.
"Lamentavelmente, como efeito colateral da política de destruição de empregos, lockdowns, toque de reconhecer, entre outras coisas, cresceu a massa de pessoas que nada mais têm e precisa do estado", completou. Leia outros artigos do advogado Rogério Alves Clicando AQUI.

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