Rogério Alves: Você está preparado para a guerra? - Abel Carvalho

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Portal da Poesia Opus 60: Ode a canção do fim.

Não sei quantos favores te devo,
Me embeveço ao ver o quanto me fiz infeliz.
Mas, ainda haveremos de nos encontrar,
Ainda há tempo, minha vida ainda será tocada em cifras,
Canções que, bem sei, nunca quis.

Ainda advirão em anos muitas estrofes,
Não tantas quantas até hoje construir.

Ouço as vozes do vento, que me plange, sussurrando,
O tempo fustigando, o frio fim chegando,
A noite gélida acoitando o tempo que me resta,
A madrugada encardida e vermelha a espera
Do brilho de um sol que nunca vem, nem mesmo virá um dia.

Vejo, como um zumbi, o crepitar da tumba de um passado
Cada vez mais distante, já não sinto as mesmas coisas como antes,
Já não espero para mim ressurreição,
Apenas o golpe forte da morte, da falta de sorte,
Por vê o limiar de um amor final que jamais poderei entrar,
Alcançar, viver ou mesmo sonhar, mesmo estando tão perto,
E ao alcance das minhas próprias mãos.

Não tenho, no tempo que me resta, nem a centelha
E nem o fogo necessários, as responsabilidades se impõem
As vãs necessidades, as dores se impõem aos amores,
Os valores me consomem noites sem fim.

Sou, bem sei, apenas o espectro do que já fui um dia,
Um náufrago percorrendo a noite carcomida do passado,
De um mar de acoites e tormentas,
Breve alusão à data 60,
Opus,
Ode,
Canção do início do fim.

Abel Carvalho

Rogério Alves: Você está preparado para a guerra?

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Rogério Alves, advogado - Um texto para lê sem pressa, sem pressão. O presidente já avisou que vai armar todo mundo e não é com educação não, é como revólveres e pistolas ou até fuzil, quem sabe.
E eu fiquei imaginando o futuro:
Bom, os seguidores do presidente vão aplaudi-lo, com uma rajada de balas. Os seguidores da esquerda, por sua vez, também vão se armar, afinal de contas a lei serve para todos os brasileiros e os lulistas não fogem da luta.
Pronto, estamos prontos para o cenário ideal ou idealizado pelo Messias Bolsonaro e seus generais.
Às vésperas das eleições de 2022, dois grandes grupos estarão nas ruas a defender seus ideais (ou interesses). Um confronto em praça pública e alguns radicais armados se digladiam. Como todos na praça estavam armados, houve uma reação de auto defesa de centenas ou até milhares de presentes. Resultado: muitas mortes em praça pública. Os grupos opostos se armam ainda mais e prometem pela internet que no próximo encontro as mortes serão vingadas de parte a parte.
O sentimento de vingança se espalha por todo país e pequenos conflitos se repetem em várias capitais, sempre com mortos em cada conflito, pois os grupos estavam cada vez mais armados.
Ao governo federal não havia outra solução senão colocar o exército nas ruas, atendendo ao pedido dos governadores, que suplicavam pela aplicação da GLO (garantia da lei e da ordem).
Bum! Explode uma guerra civil entre bolsominions e lulistas. São radicais, não cedem em suas posições. A lei lhes permite a compra de armas. Estamos em outubro de 2022 e ninguém no Brasil, ninguém que não esteja no conflito, tem coragem de ir às urnas. A abstenção é mais de 90% e não temos nenhum candidato eleito com legitimidade.
Fim.

NÃO A CORRUPÇÃO E A TORTURA
Fazemos parte da maioria de brasileiros que não tolera os crimes cometidos por qualquer governo, que repudia a corrupção e a tortura e que não deseja a volta da ditadura militar.
Fazemos parte da maioria que não aceita os ataques reiterados à arte, à ciência e à imprensa, e que não admite a destruição do setor cultural ou qualquer ameaça à liberdade de expressão.
Não, o texto não é meu, mas sim de cerca de 500 artistas brasileiros.
Faço minhas todas essas palavras. Já você, se quer ser administrado por militares, peça um golpe militar; se você quer apoiar tortura e torturador, dê salvas a Brilhante Ustra.
Eu penso como os artistas, você pense como quiser. Leia mais artigos do advogado Rogério Alves clicando AQUI.

Um comentário:

  1. Esses 500 " artistas"outoura,quando se beneficiavam de forma exclusiva dos governos passados,jamais emitiram uma nota,a favor dos milhões e milhões de desempregados deste país.estao eles devidamente enquadrados naquele velho e impublicável ditado:pimenta .........,é refresco

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