Lourival Souza: Vidas em risco - o perigoso uso do celular ao volante - Abel Carvalho

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Porque tudo morre?
Porque existe a morte.
Porque existe a morte?
A morte não existe,
A morte é o fim.
A morte é o mais pleno,
Absurdo e absoluto
Poder da ausência.

Abel Carvalho

Lourival Souza: Vidas em risco - o perigoso uso do celular ao volante

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Lourival Souza, engenheiro - “Eu me lembro que era aluna da faculdade de administração e trabalhava como secretária de um consultório médico que mal pagava minhas contas. Através de um amigo surgiu uma oportunidade em que eu poderia ganhar um bom dinheiro, comprar um carro, pagar a faculdade, comprar roupas, manter minha casa, ajudar minha família, foi um sonho. O emprego era de propagandista de marcas farmacêuticas e eu tinha que fazer visitas de carro por todos os bairros da cidade de Porto Alegre. A minha agenda era cheia e frenética com visitas de manhã, tarde e começo da noite em diversos consultórios médicos. Haviam metas para serem cumpridas todos os meses, mas também muitos bônus compensadores, eu realmente tinha que me virar para atender tanta gente e meu telefone celular abrigava uma agenda de contatos invejável. Sempre dirigi muito bem e por isso acreditei que poderia dar conta de tudo, apesar de estar sempre recebendo multas, ter frequentado três vezes o curso de reciclagem por infrações de trânsito. Respondia as solicitações dos meus clientes diretamente no aplicativo do celular enquanto dirigia ouvindo música. Era uma sexta feira a tarde, chovia e não havia muito trânsito, resolvi atender um cliente importante e confirmar o horário com a secretária do consultório enquanto dirigia. Comecei a responder e não me lembro de mais nada. Fiquei em coma induzido por mais de 30 dias, quando voltei para a vida me contaram que eu colidi com a traseira de um caminhão. Fiquei tetraplégica”. (Carla Regina, 36 anos, propagandista)
“Tudo na minha vida sempre foi muito difícil. Na infância, eu saia com minha mãe para vender balas de hortelã nas ruas e avenidas da cidade de Curitiba. Quando não haviam balas, tínhamos panos que minha mãe ganhava de uma organização que ia até a comunidade do Parolin, para distribuir materiais que poderíamos vender e termos uma pequena renda. Eu estudava pela manhã e ajudava minha mãe a tarde a vender balas e panos. Eu precisava vender tudo para ganhar algo pra mim também. Mais tarde, arrumei um trabalho de limpeza em uma concessionária de motocicletas e foi lá que ganhei meu primeiro salário. Depois de alguns anos trabalhando duro, consegui pagar a minha habilitação em um CFC que ficava bem perto do meu trabalho. Aí comprei uma motocicleta usada, uma pechincha, de 125 cilindradas e fiquei feliz da vida. Agora eu tinha como me locomover de casa para o trabalho sem ter que pegar ônibus lotado e além disso a moto usava muito pouco combustível e assim conseguia economizar até uns trocados. Então chegou a tal da pandemia e fiquei sem trabalho. A convite de um amigo me inscrevi na plataforma de um delivery e comecei a entregar comida o dia todo, a noite e madrugada. Eu precisava ser esperto para não perder as entregas e quanto mais rápido trafegava por avenidas e ruas ganhava mais dinheiro. Paguei as contas, juntava todos os dias um dinheirinho pilotando por toda a cidade, o que não é fácil, mas com a ajuda do GPS no celular eu conseguia fazer as entregas cada vez em um tempo menor. Foi assim, olhando para o visor do celular, para seguir o trajeto, que furei o sinal e perdi a minha vida. (Paulo Roberto, 25 anos)
Carla Regina e Paulo Roberto são personagens fictícios mas de uma realidade estatística da qual nós motoristas, pedestres, agentes do trânsito, CFC’s, cursos online de reciclagem, a população em geral, presenciamos todos os dias.
Por José Nachreiner Junior. Fonte: https://portaldotransito.com.br

CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO - CTB (Lei nº 9.503/97)
Art. 89. A sinalização terá a seguinte ordem de prevalência:
I - as ordens do agente de trânsito sobre as normas de circulação e outros sinais; II - as indicações do semáforo sobre os demais sinais; III - as indicações dos sinais sobre as demais normas de trânsito.

AUTOMAÇÃO NAS FÁBRICAS
Maior presença de robôs nas fábricas de automóveis será resposta à necessidade de distanciamento social.
O distanciamento social precisa ser mantido em um momento no qual o coronavírus ainda assola o país. Por isso, especialistas acreditam que a automação pode ser uma das saídas para garantir a saúde das pessoas sem interferir significativamente no volume da produção de carros.
"Acredito que a procura da indústria pelas tecnologias vai crescer nos próximos meses, até porque as empresas não vão poder produzir menos do que antes. Não há como manter o volume anterior com metade dos funcionários na linha de montagem. Então uma maior automação se tornará necessária para que isso não aconteça", analisa Marcio Aguiar, gerente sênior da Nvidia Enterprise para a América Latina. Fonte: cesvibrasil.com.br

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