Procuradoria de Bacabal participa de audiência sobre lockdown no Maranhão - Abel Carvalho

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Porque tudo morre?
Porque existe a morte.
Porque existe a morte?
A morte não existe,
A morte é o fim.
A morte é o mais pleno,
Absurdo e absoluto
Poder da ausência.

Abel Carvalho

Procuradoria de Bacabal participa de audiência sobre lockdown no Maranhão

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Foto: advogada Priscila Oliveira
Assecom Bacabal - A Procuradoria Geral de Bacabal (PGM) representou os interesses do Município em audiência realizada na manhã desta quinta-feira, 11, com o juiz Douglas de Melo Martins, Vara de Interesses e Direitos Difusos no Maranhão. O objetivo da audiência foi discutir o pedido de lockdown realizado em Ação Civil Pública ajuizada na semana passada por membros da Defensoria Pública do Estado. O Município de Bacabal foi citado para se manifestar a respeito da ação, a missão coube à advogada Priscila Silva Oliveira.
Na ação, os Defensores pedem que seja decretado lockdown (fechamento total do comércio e tráfego) durante 14 dias em todos os 217 municípios do Maranhão por causa do aumento do número de ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para pacientes com Covid.
A advogada Priscila Oliveira explica: “O município de Bacabal tem envidado esforços e medidas em compasso com as orientações sanitárias das autoridades de saúde e em total alinhamento com as regulamentações e determinações do Governo do Estado do Maranhão, exemplo disso foi a publicação do Decreto 704, proibindo festividades e demais eventos que possam ocasionar qualquer tipo de aglomeração. Devido aos esforços, Bacabal tem mantido estável o cenário epidemiológico e de assistência em saúde”.
O Decreto nº 704 assinado pelo prefeito Edvan Brandão e que está em vigor desde o dia 1º de fevereiro cancelou a realização das festas de Carnaval e proibiu a emissão de licenças para eventos que possam gerar aglomeração.
Ao final da audiência o juiz Douglas de Melo Martins indeferiu o lockdown no Maranhão. Ele considerou que as providências tomadas pelo Estado e Municípios, são suficientes para se evitar o alastramento de uma segunda onda da pandemia de Covid-19. Na decisão o juiz proibirá a realização de som ao vivo ou eletrônico em bares e restaurantes.

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