Rogério Alves: Uma vacina para a burrice - Abel Carvalho

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Porque tudo morre?
Porque existe a morte.
Porque existe a morte?
A morte não existe,
A morte é o fim.
A morte é o mais pleno,
Absurdo e absoluto
Poder da ausência.

Abel Carvalho

Rogério Alves: Uma vacina para a burrice

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A BURRICE VÍRUS.
Rogério Alves, advogado - Este ano uma notícia muito importante passou despercebida da grande mídia. É que cientistas de uma prestigiada universidade européia acabam de publicar um estudo na revista Mind & Science, onde revelam que conseguiram isolar o vírus de uma doença terrível.
A Burrice.
Sim.
O estudo comprovou o que muitos especialistas já desconfiavam: a Burrice é uma doença contagiosa causada por um vírus. Um vírus que não só atinge o indivíduo infectado, mas que muitas vezes causa uma mutação genética que pode transmitir a doença para todos os seus descendentes, segundo casos registrados mas que os cientistas mantiveram em sigilo.
Pior.
Os cientistas revelaram que, na última década, estamos enfrentando uma pandemia de Burrice cujas consequências podem ser até mais grave do que as do coronavírus.

A ORIGEM DO VÍRUS.
Os primeiros sinais da pandemia de Burrice surgiram quando grupos de terraplanistas começaram a se reunir em todo mundo para divulgar suas ideias.
– Ali percebemos que alguma coisa estava acontecendo…ou era uma brincadeira ou estávamos diante de um perigo iminente - declarou o cientista líder do estudo.
Não era uma brincadeira.
O cientista continua:
– Quando começamos a estudar o que se passava no cérebro dos terraplanistas, várias mutações do vírus começaram a surgir culminando com a eleição do Donald Trump. Era Burrice para tudo quanto é lado.
Os cientistas, com intensa dedicação, conseguiram isolar o vírus.
Uma vez identificado, analisando sua composição genética, os pesquisadores traçaram a origem do Burrice-vírus há centenas de milhares de anos.
Comprovaram que quando o primeiro primata se apoiou apenas sobre duas patas, um Burropata a seu lado disse:
– Calma gentem que isso é modinha de verão! — e postou no instagram com emojis de risadinha.
Mas foi a matemática, na Grécia antiga, o vetor de contaminação que levou a doença para todos os continentes.

A CONTAMINAÇÃO
O estudo é muito importante porque trouxe luz a um assunto tabu já que, como ocorre com diversas doenças neurológicas, o indivíduo que sofre de Burrice não se dá conta, ou não admite sua condição.
– Aceitar a doença é o primeiro passo para a cura. — afirma um dos autores do estudo.
Se você está preocupado se está contaminado, faça um teste: se está compreendendo este texto, principalmente as entrelinhas, então pode ficar tranquilo.
Você ainda não se contaminou.
Mas é importante compreender sua forma de propagação.
O Burrice-vírus, é transmitido pela boca e contamina através do ouvido. Isso mesmo.
Um doente fala daqui e se você estiver distraído, se contamina daí.
E nem é necessário estar no mesmo ambiente. A transmissão pode se dar pelas redes sociais, rádio ou pela televisão, caso inédito nos anais da Ciência.
O estudo informa ainda que o Burrice-vírus pode ficar hospedado, latente, por muitos anos sem que o indivíduo apresente sintomas.
No entanto, determinadas condições como a educação, o convívio com outros infectados, o poder, as eleições ou mesmo a ambição podem despertar o vírus adormecido. E aí, adeus.

O TRATAMENTO
A descoberta do vírus é uma notícia muito importante, porque dispara a corrida entre todos os grandes laboratórios para iniciarem as pesquisas por uma vacina.
Um famoso laboratório já está em contato com os pesquisadores para conseguir o material genético do vírus, matéria prima indispensável para a criação de uma vacina.
Ao menos começamos 2021 com as esperanças renovadas para, em pouco tempo, quem sabe em 2022 possamos conseguir exterminar um dos maiores males da humanidade.
Mas cuidado, no Brasil, afinal, vacina é assunto polêmico e tem gente que pode insistir em ficar contaminado.
Se é que vocês me entendem.
Adaptado da coluna do Mentor Neto.
Revista Isto é.
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