Lourival Souza: Futuro da mobilidade - segurança, conectividade e compartilhamento - Abel Carvalho

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Quantas vezes terei que sonhar
Por quanto tempo ainda seguirei
Quantos anos a vida ainda me reserva
Não sei

Não sou tempo
Não sou centro
Sou apenas momento
Início
Meio
Fim

Se ontem sorrir contigo
Hoje te fiz sorrir
Mas antes te fiz infeliz

Vejo teus braços que me abraçam
Sinto teus beijos que me beijam
Sonho teu sonho que não quis

E vivo teu vício a cada noite
Com o açoite do sono que não vem

Brenham horas
Sonhos
Dias
Foge a paz que tu querias
Morre o tédio
Sob a guia
Sossega a ira na fotografia
Meio dia que eu queria
Mas que tu nunca quis

Não sei

Abel Carvalho

Lourival Souza: Futuro da mobilidade - segurança, conectividade e compartilhamento

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Lourival Souza, engenheiro - Aconteceu nesta quarta-feira (16), o evento realizado pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje), com a apresentação da General Motors denominado “1º encontro: O papel do comunicador na discussão de políticas públicas de fomento à eletrificação no Brasil”. O objetivo foi expor um cenário do futuro da mobilidade e também os desafios que serão enfrentados pela indústria, governos e a própria sociedade.
O evento teve a abertura de Hamilton dos Santos, diretor geral da Aberje e mediação de Fábio Trindade, CEO da Motorsport Network Brazil.
Com o tema principal circulando em torno da eletrificação dos veículos em circulação, o assunto se expandiu para um debate aprofundado sobre a busca de políticas públicas para uma mobilidade urbana mais sustentável, segura e conectada.
Nelson Silveira, que é diretor de Comunicação Corporativa e Marca da General Motors, apresentou a visão da montadora para o futuro que prevê a produção de veículos baseada em três pilares: zero acidente, zero emissão e zero congestionamento. Para isso, a GM está investindo em tecnologia para veículos autônomos e conectados.
“Acreditamos numa revolução da mobilidade e o desenho para este futuro, que não está distante, mostra grandes metrópoles com ruas mais estreitas. Além de veículos elétricos e totalmente autônomos, com mais espaço para ciclistas e pedestres”, explicou.
A mobilidade para os mais vulneráveis
Clarisse Cunha Linke, mestre em Políticas Sociais, ONGs e Desenvolvimento pela London School of Economics and Political Science (LSE) e atua no ITDP Brasil como diretora executiva trouxe à tona um dos maiores desafios enfrentados pela mobilidade urbana no Brasil, a falta de investimentos em transporte público e em infraestrutura de espaços multimodais. Para ela, a busca de políticas públicas para a mobilidade no Brasil passa por um problema estrutural.
“O Brasil mostra um desequilíbrio no espaço social. Por exemplo, a maioria da população faz viagens urbanas de ônibus. É preciso dar mais ênfase a esse tipo de transporte. Ainda temos muito a visão de priorizar o uso de veículos individuais, como os automóveis, em detrimento do transporte coletivo. O espaço devia ser melhor redistribuído para todos. Nesse sentido, precisamos de fato rever o que é mobilidade”, argumenta. Fonte: portaldotransito.com.br

CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO (lei n. 9.503/97)
DO CIDADÃO
Art. 72. Todo cidadão ou entidade civil tem o direito de solicitar, por escrito, aos órgãos ou entidades do Sistema Nacional de Trânsito, sinalização, fiscalização e implantação de equipamentos de segurança, bem como sugerir alterações em normas, legislação e outros assuntos pertinentes a este Código.
Art. 73. Os órgãos ou entidades pertencentes ao Sistema Nacional de Trânsito têm o dever de analisar as solicitações e responder, por escrito, dentro de prazos mínimos, sobre a possibilidade ou não de atendimento, esclarecendo ou justificando a análise efetuada, e, se pertinente, informando ao solicitante quando tal evento ocorrerá.
Parágrafo único. As campanhas de trânsito devem esclarecer quais as atribuições dos órgãos e entidades pertencentes ao Sistema Nacional de Trânsito e como proceder a tais solicitações.

SERÁ QUE DÁ?
No Brasil, o jeitinho no trânsito surge numa pergunta recorrente, feita pelo motorista aos seus acompanhantes: Será que dá? Ou seja, será que eu posso enfiar meu carro naqueles espaços intermediários que foram esquecidos pelos outros e, com isso, obter algum progresso, ultrapassando alguém e mostrando minha imaginação e minha malandragem em competir? A invenção de espaços para o automóvel, onde esses espaços não existem, como as calçadas, por exemplo, faz parte do nosso jeitinho brasileiro de ser – como diz Livia Barbosa – mais igual do que os outros num espaço restritiva e obrigatoriamente igualitário.(texto extraído do livro Fé em Deus e pé na tábua de Roberto da Matta, João Gualberto e Ricardo Pandolfi).

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