Matéria do dia

Deu no Blog do Vanilson Rabelo: prefeitura não compra remédios para os postos de saúde e não paga professores em Bacabal

BACABAL: População sofre com a falta de medicamentos em postos de saúde do município Que precisa dos remédios e de outros produtos, qu...

Publicidade

Conselho de Ética vai reunir após o recesso para analisar pedidos de cassação das senadoras, diz João Alberto

Senador João Alberto diz que vai analisar pedido de cassação das senadoras após o recesso
O senador João Alberto de Sousa (PMDB), presidente do Conselho de Ética do Senado, que apesar de todas as provas não viu motivo para dá prosseguimento ao pedido de cassação do senador Aécio Neves (PSDB), flagrado recebendo propina de R$ 2 milhões, através do primo Frederico, de Joesley Batista, sócio proprietário da empresa JBS, não apenas recebeu a denúncia contra as senadoras que ocuparam a Mesa da Casa na tentativa de evitar a votação da Reforma Trabalhista, como anunciou que analisará a representação contra elas após o recesso.

Em entrevista à rádio Jovem Pan, o senador Carcará afirmou que tão logo seja concluído as férias parlamentares irá analisar a representação feita contra as bravas senadoras que tentaram evitar a mutilação dos direitos trabalhistas conseguidos com muita luta pela classe trabalhadora e que o presidente Michel Temer (PMDB), aliado de João Alberto, tratou de subtrair, inclusive com o apoio dos três representantes do Maranhão.

Alberto, que a exemplo de Edison Lobão (PMDB) e Roberto Rocha (PSB), o popular “Asa de Avião”, ajudou o golpista Temer a aprovar a reforma que retira direitos adquiridos pelos trabalhadores desde que foi implantada a CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas), adiantou que após o recesso vai analisar a representação e reunir o Conselho para deliberar sobre o pedido de cassação das quatro senadoras.

As senadoras oposicionistas que ocuparam os lugares na mesa foram Gleisi Hoffmann (PT-PR), Lídice da Mata (PSB-BA), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Fátima Bezerra (PT-RN) e Regina Sousa (PT-PI).

Elas sentaram à mesa do plenário assim que a sessão foi aberta, por volta de 11h de terça-feira (11), quando o presidente Eunício Oliveira ainda não estava no local.

Pelas regras do Senado, qualquer senador pode abrir uma sessão, desde que haja quórum. Foi isso que as oposicionistas fizeram.

Contrárias à reforma trabalhista, as senadoras aproveitaram a primeira hora da sessão para passar a palavra para outros parlamentares que discursavam contra a proposta enviada pelo governo.