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STF reconheceu que afastamento de Aécio foi indevido, diz presidente do Conselho de Ética


Senador João Alberto deve definir nesta terça-feira data da sessão para recurso da oposição

POR MARIA LIMA

O senador João Alberto Souza (PMDB-MA), durante sessão deliberativa, no plenário do Senado - Waldemir Barreto/Agência Senado/23-05-2017.

BRASÍLIA - O presidente do Conselho de Ética do Senado, João Alberto (PMDB-MA), disse nesta segunda-feira que vai se reunir amanhã com o presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE), para definir a data da sessão do órgão para deliberar sobre o recurso da oposição contra o arquivamento da representação do PSOL-Rede pedindo a cassação do mandato do senador Aécio Neves(PSDB-MG).

Monocraticamente João Alberto arquivou a representação, mas o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), com o apoio de cinco titulares do Conselho, ingressou com recurso ao plenário para que a decisão seja revista.

João Alberto diz que a decisão do ministro Marco Aurélio Mello (STF), de devolver o mandato de Aécio, nada tem a ver com o processo de cassação no Conselho. Mas é um reconhecimento de que o afastamento foi indevido.

— A decisão do Supremo nada tem a ver com o processo do Conselho e mostra a independência dos poderes. Mas foi um ponto positivo o Supremo, na origem , reconhecer que o afastamento do mandato foi indevido por não ter previsão constitucional — disse João Alberto.

Semana passada João Alberto foi internado as pressas e se submeteu a uma intervenção no coração para colocação de uma ponte de safena. Hoje ele esteve no Senado, presidiu a sessão, mas já voltou para casa.

— Vou discutir essa data com o presidente Eunício. Logo daremos uma solução para isso . O médico disse para eu ficar de repouso, mas que eu precisava caminhar. Já estou no caminho de casa de novo — disse João Alberto, dizendo que não conversou com nenhum membro do Conselho sobre o processo.