Ex-estudantes da UFMA apresentam tecnologia de ponta para levantamento topográfico - Abel Carvalho

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Recém saído da puérpera solidão da embriaguez decido:
Aceito as penas que me são impostas.
Não recorrerei da minha condenação.
Serei sacro,
Nunca santo,
Recebo o clausuro que me impuseram.

Claustro e disforme vomitarei as brenhas do tempo.

Se me vergastarem,
Receberei o meu açoite.

Natibundo engulo o celibato que me amealha,
Sucumbo ao esterco dos desejos de Onam.

Se me admoestam,
Afago os sonhos, que são muitos,
Com o desdém da quiromania do passado.

Não choro, não retrocedo, apenas multiplico,
Estendo a ti a minha sentença.

Seremos comparsas coniventes da tua imposição,
tu juíza,
Eu réu, sem direito a absolvição.

Abel Carvalho

Ex-estudantes da UFMA apresentam tecnologia de ponta para levantamento topográfico

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Ascom UFMA: revisão Jáder Cavalcante, texto Maiara Pacheco – Enxergar a tecnologia como aliada foi o que Vitor de Carvalho, Ronald Bruno e Eduardo Vasconcelos fizeram. Nessa terça-feira, 11, o grupo apresentou à equipe da Superintendência de Infraestrutura (SINFRA) da UFMA um mapeamento aéreo de parte do terreno da Instituição por meio de um drone, realizado a convite do Arquiteto, Urbanista e professor da UFMA, Francisco Barros, que apresentou essa nova tecnologia.
“A nossa prática profissional vai demonstrando que precisamos utilizar novas tecnologias que nos ajudem a agilizar processos e aumentar a eficiência em diversos setores na prática profissional. Além do levantamento aéreo por drone, a metodologia utiliza programas e ferramentas tecnológicas que possibilitam a redução dos custos e o aumento do rendimento operacional”, disse.
Segundo o superintendente Wener Santos, o levantamento topográfico é feito de maneira rudimentar se comparado a essa nova tecnologia. “Dessa forma, o que fazemos em um ano, que contempla a abertura de licitação, contratação da empresa de topografia e apresentação do relatório topográfico, poderemos obter os resultados em um mês. Contemplar uma tecnologia que é muito mais rápida, dinâmica, com baixo custo operacional, segura e que apresenta resultados mais satisfatórios é interesse da Universidade em conhecer e buscar uma forma de inseri-la no processo operacional”.
Tradicionalmente, a topografia é realizada por uma equipe de topógrafos, que colocam em determinados pontos de referência do terreno aparelhos específicos para coletar os dados, o que demanda muito tempo, vários trabalhadores e risco para o profissional no local estudado. No caso do mapeamento aéreo, o processo é realizado com mais agilidade e eficiência.
“Viemos propor uma metodologia moderna para ser utilizada no processo topográfico da UFMA. Aquele tempo de campo que demandava um mês de trabalho, o drone faz em um dia, com menos pessoal. Com base nos dados coletados, teremos vários produtos que poderão ser analisados, com auxílio de softwares, simultaneamente”, explicou o geógrafo, especialista em geoprocessamento, graduado na Universidade, Vitor Carvalho, responsável pelo processamento dos dados, junto com Ronald Bruno; e Eduardo, pelo planejamento de voo.
Para Vitor, esse método é multidisciplinar. “Após marcar os pontos específicos e estratégicos de acordo com o planejamento de voo, a metodologia permite a multidisciplinaridade, separando por área os dados, para que profissionais tenham acesso a eles num mesmo sistema, minimizando erros na análise, com a capacidade de realizar vários trabalhos diferentes e unir os resultados de diversas áreas de interesse”, contou.
Há projetos, segundo Paulo Estefan, da Divisão de Obras e Sustentabilidade da Sinfra-UFMA, cuja execução é prejudicada devido à ausência dos dados topográficos. “A Instituição elabora projetos de arquitetura e urbanismo há dez anos, e sempre nos deparamos com a ausência dos dados planialtimétricos do câmpus como um todo. Dessa maneira, prejudica-se a execução do projeto, que já nasce com a falta de base dados, culminando em problemáticas como no orçamento total da proposta”, revelou.
A equipe fez um voo em um espaço da Universidade e coletou as seguintes informações: modelo de superfície digital (DSM), o produto bruto; nuvem de pontos, que extrai o volume de uma área; curvas de níveis; mosaicos ortorretificados, além da possibilidade de vetorizar as informações, identificando todos os objetos, diferenciando-os entre o que é área construída, ruas, postes e área de vegetação.
“É preciso enaltecer e valorizar o trabalho desses jovens, pois dá suporte e celeridade a todo o planejamento de infraestrutura da Universidade, auxiliando na execução de projetos que beneficiarão toda a comunidade acadêmica”, finalizou Wener.

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