Rogério Alves: Com o estilo paspalhão autoritário, a predileção dele são os holofotes. - Abel Carvalho

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A pedido do vereador Venâncio do Peixe câmara de Bacabal cria Comissão Parlamentar Especial para realizar estudos sobre a regularização fundiária no Município

Assecom Câmara, com redação de Abel Carvalho e fotos de Wanderson Ricardo e Cléber Lima - A câmara municipal de Bacabal aprovou em sua últi...

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Portal da Poesia Poema em primeira pessoa

Estou vivo, ainda.
Tantos já se foram, eu não.
Quantos desafios ainda terei se não morrer?

Perdi pai, irmãos Perdi mãe, Reencontrei amigos, Muitos também se foram.

Eu sigo, estou vivo. Até quando?

Quantos não estão mais aqui...
Quantos dias terei que caminhar...

Estou vivo ainda...
Não sei por quantos dias,
Por quanto tempo caminharei sem destino
Quanto tempo a vida me vagueará...

Quando nós nos conhecemos?
Porque sofremos?
Quantos dias teremos?

A vida é assim...
Quantos dias foram reais...

Às vezes se mira o impossível
A vida é apenas um conjunto de sonhos e quimeras
Nunca
Nunca será a esperada era
O longo caminho que Deus vocifera
A quilha
O limo
A nódoa infante
Não se pode ter sempre o que se quer
E se você não está aqui
Os dias são mais difíceis

Eu, coadjuvante na batalha,
Pereço como tantos que se foram,

Sem contar os dias vacilo em perene devaneio
Ano após ano
Me perco em um passado sem futuro,
Em dias,
Em noites,
Pensamentos obscuros...
Vagueio entre os medos
Que eu mesmo construí

Se escapar, então,
Sei que vou consegui distingui
O Céu do Inferno
Heróis de fantasmas
A vida do fim...

Abel Carvalho

Rogério Alves: Com o estilo paspalhão autoritário, a predileção dele são os holofotes.

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Rogério Alves, advogado - O estilo paspalhão autoritário Jair Messias Bolsonaro vive com uma ideia fixa na cabeça: se reeleger como presidente.
Opa! Mas ele não acabou de ser colocado na cadeira do Planalto para governar?
Sim. E daí?
Isso pouco importa. Não conta.
Ele prefere ser o eterno candidato levantando bandeiras esquizofrênicas a tratar das questiúnculas chatas do dia a dia do posto que ocupa.
Não interessam os problemas de desemprego, da baixa produtividade nas indústrias, da falência dos hospitais públicos, da precariedade na educação e na saúde, do desmantelo nas relações externas.
Não ocupem o “Mito” com esses assuntos laterais. Para que governar se é tão mais legal ficar agitando as massas com bobajadas como o golden shower, filho embaixador, queima de arquivo, furo da jornalista e a volta do AI-5?
Isso sim é que vale a atenção e o tempo de quem está no cargo mais alto da República.

CONGRESSO CUMPRE ACORDO É MANTÉM VETO NO ORÇAMENTO IMPOSITIVO
A proposta sancionada no fim do ano aumenta o poder dos parlamentares para indicar gastos públicos, mas algumas regras foram vetadas pelo presidente Jair Bolsonaro. Um dos vetos de Bolsonaro diz respeito a R$ 30 bilhões que, pelo texto aprovado pelo Congresso, seriam liberados pelo deputado responsável pela relatoria do Orçamento.

O QUE É ORÇAMENTO IMPOSITIVO?
O termo "orçamento impositivo" se refere à parte do Orçamento-Geral da União definida pelos parlamentares e que não pode ser alterada pelo Poder Executivo. Se a previsão estiver no orçamento, o governo federal terá a obrigação de executar a despesa – ou seja, liberar o dinheiro.
A cada ano, deputados e senadores fazem essas indicações, para que o recurso federal seja aplicado nos redutos eleitorais deles em todo o país.
São as chamadas "emendas parlamentares". Essas sugestões são incluídas na proposta de orçamento enviada pelo Palácio do Planalto e, depois, votadas e aprovadas pelo Congresso.

Há quatro tipos de emendas:
Emendas individuais, feitas por deputado ou senador com mandato vigente.
Emendas de bancada, que reúnem os parlamentares do mesmo estado ou do Distrito Federal, ainda que sejam de partidos diferentes;
Emendas de comissões, propostas pelas comissões permanentes ou técnicas da Câmara e do Senado;
Emendas do relator do Orçamento, incluídas pelo relator a partir das demandas feitas por outros políticos.

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