Bacabal: Justiça afasta Zé Vieira e TSE deve cassá-lo, empossar Roberto Costa ou convocar nova eleição - Abel Carvalho

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Quantas poesias faria pra ti na mesma noite?
Todas que o meu amor coubesse...
E nelas realizaria todos os teus sonhos
Os meus sonhos
Os nossos sonhos
Enfim...

Quantas poesias teria feito pra ti se já vivemos juntos?
Todas que o meu amor coubesse em um ano
Em tantos anos que já tivéssemos vividos, assim

Mas seriam poemas de regozijo e alegria
Versos de amor e fantasia
Nunca rimas de dor
Saudade e desespero como agora

Você sempre acaba abandonando alguém
Para ficar com outra pessoa
Dor estranha
Saudade sem nexo
Não querer sair
Não querer ficar

Que confusão lírica
Odisseia de amores perdidos
Ditos como verdadeiros
E silos de dissabores e devaneios

Canção
Caução
Correção inacabada
Vitiligo que nunca escurece
Amor
Amor sem fim
Sem ti
Sentir
Sem mim
Sem tom
Sem sentido
Sem dia
Sem noite
Enfim assim...

Abel Carvalho

Bacabal: Justiça afasta Zé Vieira e TSE deve cassá-lo, empossar Roberto Costa ou convocar nova eleição

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Ribamar Corrêa
Repórter Tempo

Zé Vieira e Florêncio Neto devem sair. Roberto Costa aguardando decisão do TSE

O Maranhão político e a parte mais antenada do eleitorado acompanham o tenso e imprevisível desenrolar da guerra judicial pelo comando da Prefeitura de Bacabal, cujo desdobramento mais recente foi o afastamento do prefeito Zé Vieira e a providência da Câmara Municipal de convocar o vice-prefeito Florêncio Neto (PHS) para assumir o cargo, mas a convicção o alcançou sob o impacto de uma tragédia familiar (a morte do seu filho), causando um incômodo hiato de acefalia na gestão municipal.

A guerra em curso em Bacabal é travada, de um lado, pelo prefeito eleito e agora afastado Zé Vieira (PR), que lidera um grupo pesado que reúne pesos pesados da política local, como o ex-prefeito José Alberto e o deputado estadual Carlinhos Florêncio (PHS), que é pai do vice-prefeito Florêncio Neto, e de outro pelo deputado estadual Roberto Costa (PMDB), candidato do grupo liderado pelo senador João Alberto (PMDB) e segundo colocado na disputa.

A guerra se dá em duas frentes judiciais, uma na Justiça Eleitoral, alimentada por ação do Ministério Público Eleitoral que impugnou a candidatura de Zé Vieira argumentando que ele é ficha-suja, seguindo-se uma sucessão de recursos, de modo que a decisão está na agulha do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e a outra frente na Justiça comum e que, após a sucessão de recursos, chega à confirmação de que Zé Vieira é mesmo ficha suja e não pode ser prefeito, aliás, não poderia sequer ter sido candidato. O primeiro desfecho foi a ordem judicial (Justiça comum) afastando Zé Vieira e mandando o presidente da Câmara Municipal empossar o vice-prefeito, o que deve ser feito hoje ou amanhã.

Na frente eleitoral, o TSE vai decidir a qualquer momento se cassa ou não a chapa de Zé Vieira e assim o despacha junto com o vice-prefeito Florêncio Neto. É quase certo que decidirá pela cassação diante da confirmação da Justiça comum que Zé Vieira é ficha suja. Nesse contexto, a decisão esperada é se, cassada a chapa de Zé Vieira-Florêncio Neto, o cargo será entregue ao segundo colocado, deputado Roberto Costa, ou será empossado interinamente o presidente da Câmara Municipal e convocada nova eleição em 90 dias. O que for dito fora desse cenário é artimanha destinada a beneficiar um ou outro envolvido na peleja.

Uma pendência está resolvida: ainda que venha ser beneficiado por recurso improvável, Zé Vieira dificilmente voltará ao cargo, podendo ser considerado fora do jogo. E a julgar por tudo o que foi apurado e decidido até agora no âmbito da Justiça Eleitoral, uma avaliação simples e isenta sugere que o vento está soprando a favor do deputado Roberto Costa, embora seja também provável a convocação de nova eleição.

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