CGJ abre sindicância e vai ouvir Portela sobre supostas declarações contra juízes - Abel Carvalho

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Estou vivo, ainda.
Tantos já se foram, eu não.
Quantos desafios ainda terei se não morrer?

Perdi pai, irmãos Perdi mãe, Reencontrei amigos, Muitos também se foram.

Eu sigo, estou vivo. Até quando?

Quantos não estão mais aqui...
Quantos dias terei que caminhar...

Estou vivo ainda...
Não sei por quantos dias,
Por quanto tempo caminharei sem destino
Quanto tempo a vida me vagueará...

Quando nós nos conhecemos?
Porque sofremos?
Quantos dias teremos?

A vida é assim...
Quantos dias foram reais...

Às vezes se mira o impossível
A vida é apenas um conjunto de sonhos e quimeras
Nunca
Nunca será a esperada era
O longo caminho que Deus vocifera
A quilha
O limo
A nódoa infante
Não se pode ter sempre o que se quer
E se você não está aqui
Os dias são mais difíceis

Eu, coadjuvante na batalha,
Pereço como tantos que se foram,

Sem contar os dias vacilo em perene devaneio
Ano após ano
Me perco em um passado sem futuro,
Em dias,
Em noites,
Pensamentos obscuros...
Vagueio entre os medos
Que eu mesmo construí

Se escapar, então,
Sei que vou consegui distingui
O Céu do Inferno
Heróis de fantasmas
A vida do fim...

Abel Carvalho

CGJ abre sindicância e vai ouvir Portela sobre supostas declarações contra juízes

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Segundo o delegado Ney Anderson, secretário de Segurança teria chamado magistrados de primeira instância de ‘bandidos’

ATUAL7 - A Corregedoria-Geral de Justiça (CGJ) do Maranhão instaurou uma sindicância, na última sexta-feira 24, para apurar as supostas declarações do secretário estadual de Segurança Pública, Jefferson Portela, contra juízes maranhenses de primeira instância.
De acordo com o delegado Ney Anderson Gaspar, autor da acusação, Portela teria chamado os magistrados Clésio Coelho Cunha, Marco Aurélio e Osmar Gomes de “bandidos”. As informações são do blog do Neto Ferreira.
O titular da SSP-MA nega as acusações.
Por determinação do desembargador Marcelo Carvalho, que comanda a CGJ-MA, além de Portela, serão ouvidos a respeito das supostas declarações o próprio Ney Anderson e também delegado de Polícia Civil Tiago Bardal, primeiro a denunciar que o secretário de Segurança da gestão de Flávio Dino (PCdoB) teria agido com ilegalidade contra os magistrados.
O prazo para encerramento da apuração sobre o caso é de 30 dias, podendo ser prorrogado por igual período ou continuidade excepcional dos trabalhos, após decisão de Marcelo Carvalho, para garantir o pleno esclarecimento dos fatos.
Sobre a abertura das investigações, foram comunicados por ofício o chefe da Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Humberto Martins, e o presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão, desembargador Joaquim Figueiredo.
O chefe da Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ), Luis Gonzaga Coelho, foi notificado a respeito, para que designe um membro do Parquet para participar ativamente dos interrogatórios.
Todo o procedimento deverá transcorrer sob sigilo de Justiça.

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